Santo do Dia

<<  16/11/2018(6ª-FEIRA)  >>

Santa Margareth da Escócia

Santa Margareth da Escócia ou Margarete ou Margarida da Escocia. Nascida em 1045 na Hungria, filha do Príncipe Edward d’Outremer e de uma princesa alemã de nome Agatha foi criada na corte do Rei Stephen da Hungria (997-1038). Com a idade de 12 anos ela foi para a corte do Rei Edward (1042-1066) mas fugiu para a Escócia em 1066 em seguida a batalha de Hasting. Na Escócia, o Rei Malcolm III (1057-1093) deu a ela um abrigo e uma família. Ela se casou com Malcolm em 1070 no castelo de Dumfermline. Diz a tradição que ela construiu uma espécie de casa-hospital no sopé da montanha na qual o seu castelo ficava e cuidava ela mesmo dos doentes. Diz ainda a tradição que ela curava certos doentes apenas com suas preces e sua benção. Sua família se opunha a isto, mas ela insistia que deveria seguir os ensinamentos de Cristo. Margarete fundou Abadias e Mosteiros e usou sua posição para trabalhar pela justiça e melhorar as condições dos pobres. Margarete manteve amizade com o seu confessor Prior Turgot, e ela com as suas diretrizes, construiu uma linda Catedral em Durham. Ele havia sido um dos prisioneiros de Willian, o Conquistador, mas fugiu para a Noruega onde ele ensinou musica sacra na corte real. Ele escreveu a história de Santa Margarete em Latin (mais tarde traduzida pelo jesuíta W.Forbes- Leith, S.J.). "Margarete sempre pregava a oração e a benção à sua família e à sua nação. Ela fazia severa autodisciplina. Repetia o Breviário diariamente, atendia a Missa também diariamente, nos dias de festa de manhã e a noite, e diariamente dava comida a 24 pessoas pobres, antes de tomar o seu café da manhã." Até hoje a oração de benção após as refeições é chamada, na Escócia, de "Benção de Santa Margarete!" Morreu em 16 de novembro de 1093 e foi enterrada no altar em Dunfermline, Escócia. Suas relíquias foram mais tarde, trasladadas para um santuário lá perto, mas a maioria das suas relíquias foram destruídas durante a Reforma protestante e a Revolução francesa. Ela foi canonizada em 1250 e declarada padroeira da Escócia em 1673. Sua festa é celebrada no dia 16 de novembro.

Santa Agnes de Assis

No Brasil também conhecida como Santa Inês de Assis. Filha do Conde Favorino Scifi e da Hortulana ela foi criada em uma serie de castelos em volta de Assisi, Italia. Irmã mais nova de Santa Clara de Assis e sua primeira seguidora, deixou sua casa duas semanas depois de Clara para se juntar aos Beneditinos em São Angelo de Panzao com a idade 15 anos. A família tentou trazer Agnes de volta a força arrastando-a do monastério mas o seu corpo cada vez pesava mais de modo que vários cavalheiros não conseguiam movê-la. Seu tio Monaldo tentou dar nela uma surra mas ficou paralisado temporariamente. Assim a família deixou Agnes e Clara em paz. Este é considerado o primeiro milagre de Santa Agnes. Em 1221 um grupo de freiras Beneditinas em Monticelli pediram para se tornarem as Clarissas Pobres e São Francisco indicou Agnes para ser a sua Abadessa. Agnes escreveu o quanto ela sentia saudade de Clara e das outras irmãs de São Damiano e após estabelecer varios outros monastérios de Clarissas Pobres no Norte da Itália, Agnes foi chamada de volta em 1253 quando Santa Clara estava morrendo. Agnes estava com Clara quando de sua morte em São Damiano. Clara havia predito que ela a seguiria três meses depois, o que realmente aconteceu. Três meses depois em 16 de novembro de 1253 ela veio a falecer. Foi enterrada na Igreja de Santa Clara em Assis, Itália e muitos milagres são creditados sua intercessão. Logo seu túmulo se tornou local de peregrinação e vários milagres foram reportados em sua tumba. Foi canonizada em 1753 pelo Papa Benedito XIV. Na arte litúrgica da Igreja ela é representada como uma Clarissa Pobre (representada pelo habito cinza, véu preto com lista branca) segurando um livro 2) com Santa Clara 3) sendo puxada pelos cabelos para fora do convento.