Santo do Dia

<<  03/11/2018(SÁBADO)  >>

Santa Alphais

também conhecida como Santa Alpaix de Cudot. Nasceu em Cudot na Diocese de Sienna, França Nascida de uma família pobre contraiu lepra desde cedo e mais tarde perdeu os movimentos dos braços e bem tarde, de suas pernas e parte de suas mãos. Era notável pela sua paciência, santidade e humildade. Tinha o Dom da Inédia ou seja vivia tendo como alimento apenas a Sagrada Comunhão. Uma igreja foi construída perto de sua casa com uma estrutura especial de modo que ela pudesse assistir a Missa pela janela de seu quarto. Diz a tradição que curava os doentes apenas com sua benção e oração. Foi Conselheira Espiritual da Rainha Adela da França. A tradição diz ainda que algum tempo antes de sua morte, em 1211, ela teria ficado curada de sua doença graças à intercessão de Nossa Senhora. Após sua morte seu túmulo passou a ser local de peregrinação e vários milagres foram creditados a sua intercessão. Beatificada, teve seu culto confirmado em 1874 pelo Papa Pio IX. É Padroeira dos aleijados, das pessoas com problemas físicos e dos fisioterapeutas.

São Martinho de Porres

Também conhecido com São Martinho de Lima É com o santo da vassoura por sua devoção ao trabalho, não importando quão insignificante pudesse parecer. Nasceu em 9 de dezembro de 1579 em Lima .Peru. Filho ilegítimo de um nobre espanhol e de uma jovem escrava negra ele era livre, mas cresceu na pobreza. Passou parte de sua juventude como barbeiro e ajudante de cirurgião e aprendeu o básico sobre medicina e a cuidar dos doentes. Com a idade de 11 anos tornou-se servente no mosteiro Dominicano. Promovido para “Almoneer”do Mosteiro [Almoneer era no passado aquele que distribuía “alms” (roupas e comida) para os pobres]. Ele pedia, pedia e conseguia cerca de 2000 dólares dos ricos, para ajudar os pobres e doentes de Lima. Colocado na enfermaria do Mosteiro ele ficou conhecido pelo seu carinho com os doentes e pelas suas curas milagrosas. Diz a tradição que ele curava apenas com sua benção e oração. Seus superiores deixaram de lado a norma que nenhum negro poderia receber o sagrado hábito da Ordem, e Martinho tomou os votos como irmão Dominicano. Ele fundou um orfanato e hospital para crianças e para os pobres das favelas de Lima. Ele vivia em um regime de austeridade, nunca comia carne, jejuava quase continuamente e passava longo tempo em oração e em meditação. Tinha grande devoção a Eucaristia e era grande amigo de São João de Massias. Ele faleceu em 1639 e passou a ser venerado desde o dia de sua morte. Foi o primeiro santo negro no continente americano. Foi beatificado em 1639 e canonizado em 16 de amigo de 1962 pelo Papa João XXIII. É padroeiro dos afro-americanos, mulatos e do Peru, dos barbeiros e cabelereiros. Sua festa é celebrada no dia 3 de novembro.