Santo do Dia

<<  11/05/2018(6ª-FEIRA)  >>

Santo Ignacius de Laconi

Nasceu em 17 de dezembro de 1701 em Laconi, Sardenha, Itália. Filho de um pobre fazendeiro e com sete irmãos, Inácio cresceu na pobreza e trabalhando nos campos. N idade de 17 ele ficou muito doente e prometeu se tornar um franciscano se fosse salvo. Quando ele se curou, o seu pai o convenceu em aguardar mais um tempo. Com a idade de 20 Inácio quase foi morto quando ele perdeu o controle de seu cavalo, mas de repente o cavalo parou e voltou a trotar normalmente.Inácio ficou convencido que Deus havia salvado sua vida mais uma vez e decidiu seguir sua vocação religiosa imediatamente.Ele entrou para o Monastério dos Capuchinhos de São Benedito em Buoncammino com irmão e tomou seus votos em 1722. Ele trabalhou 15 anos na casa como tecelão e outros 40 como parte de um grupo que ia de casa em casa pedindo comida e donativos para os monges. O povo logo percebeu que eles recebiam na verdade um presente do Irmão Inácio quando ele consolava os doentes e os solitários e alegrava as crianças na rua. Ele fazia a paz entre inimigos ,convertia pecadores e aconselhava pessoas com problemas. As pessoas perceberam que Inácio sempre saltava a casa de um rico agiota, um avarento que nunca esquecia um débito, e que sentia desprezado quando Inácio ignorava sua casa. Ele reclamou com o superior de Inácio, que não sabia nada sobre o agiota, este enviou Inácio a casa do referido senhor. O santo obedeceu e retornou com um grande saco de comida que, ao ser esvaziado, milagrosamente, o sangue começou a cair. “Este é o sangue do pobre” explicou Inácio “Por isso nunca peço nada naquela casa”. Ele fez vários milagres em vida, e após sua morte seu túmulo se tornou local de peregrinação e vários milagres foram creditados a sua intercessão. Ele faleceu em 11 de maio de 1781 de causas naturais em Laconi. Foi beatificado em 1940 e canonizado pelo Papa Pio XII em 1951. Sua festa é celebrada no dia 11 de maio.

São Francisco de Girolamo

Também conhecido como Francisco de Hieronymo e Francisco Jerônimo. Ele nasceu em 1641 em Grottaglie, Apulia, perto de Taranto, Itália. Ele estudou humanidades e filosofia no Colégio Jesuíta de Taranto, e com a idade de 16 anos estudou teologia e leis canônicas no Colégio de Gesu Vecchio. Foi ordenado padre em 18 de março de 1666. Jesuíta com a idade de 298 em 1º de julho de 1670. Missionário rural perto de Nápoles por 40 anos. Notável pregador. Pregava em prisões, bordeis e nas galés. Converteu inúmeros mouros e turcos, prisioneiros de guerra. Resgatou inúmeras crianças de locais e situações degradantes. Abriu uma loja de penhores para usar como caridade. Organizou um grupo de leigos chamado “Óratio della Missione” para ajudar os missionários jesuítas. Inúmeras e milagrosas curas foram atribuídas a ele em vida e post-mortem. A multidão apinhou-se para carregar o seu caixão e o povo de Nápoles em peso foi ao seu funeral. Algumas de suas cartas sobreviveram ao tempo. Morreu em 11 de maio de 11716 em Nápoles de causas naturais. Foi beatificado em 2 de maio de 1806 pelo Papa Pio VII Canonizado em 26 de maio de 1839 pelo Papa Gregório XVI Sua festa é celebrada no dia 11 de maio.

São Gildásio

São Gildásio, ou Gildase, ou Gildaswise. Na verdade o seu nome seria “Saint Gildas, the wise” que significa Gildas, o sábio, mas acabou ficando Gildaswise e Gildase. Nasceu em 500 DC no vale da Clydside, na Escócia.Ele era bem educado e ele se tornou um monge em Llanilltud no sul de Wales, onde ele foi treinado por São Illtyd e Paulo Aurelius. Ele fez uma peregrinação à Irlanda para consultar os monges contemporâneos da região e escrever cartas para monastérios bem distantes. Fluente pregador. Fundou vários monastérios. Foi o Abade de alguns e era um santo que fazia milagres e curava doentes apenas com sua oração e benção. Escreveu vários trabalhos dirigidos aos monges encorajando-os a serem bondosos humildes e obedientes a Deus. Conselheiro espiritual de muitos. Ele parece ter tido uma considerável influencia no desenvolvimento da Igreja Irlandesa. Em torno de 540 ele escreveu o famoso trabalho “De exccidio et conquest Britanniae”, com o propósito de fazer conhecer a miséria, os erros e a ruína da moral inglesa. O seu trabalho criticava os clero e os governantes ingleses culpando-os da moral baixo e do triunfo do invasores Anglo-Saxões. Embora a ferocidade de sua retórica tenha sido criticada, a maioria dos escolares julga que o que ele revela é incontestável. Mostra também que ele conhecia bem Igreja da época. O seu trabalho foi citado por São Bede. Ele é considerado o primeiro historiador inglês. Ele viveu como eremita por algum tempo na ilha de Flatholm em Bristol Channel, onde ele copiou um missal para São Cadoc que pode ter ajudado Gildásio no “De exccidio”. Gildawise fez uma peregrinação a Roma e no seu retorno ele fundou um Monastério na ilha de Rhuys na Britânia, onde ele centrou o seu trabalho e o culto. Embora ele tenha vivido por pouco tempo na pequena ilha de Morbihan ele conseguiu reunir discípulos ao seu redor e viajou para outros locais da Britania. Ele é tido como tendo falecido na Ilha de Houat em 570. O seu trabalho “De exccidio” influenciou a Igreja da Idade Media, mas pode não ter sido escrito totalmente por Gildawise. Alguns acham que ele foi adulterado ou talvez forjado após algum tempo. Ele serve de exemplo da clássica literatura disponível na Inglaterra naquela época. Os escrito de Gildásio foram mais tarde usados por Wulfsatn, Arcebispo de York no 11° século em seu famoso “Sermão do Lobo” para o povo inglês durante a desordem reinante no Principado de Ethelred. A cronologia da vida de Gildawise tem sido objeto de controvérsia e disputas. Alguns dizem que a vida de dois homens com o mesmo nome foi confundida. Mas historiadores como Lanigan, Mabelon e O’Hanlon garantem que só existiu um santo. Na Missa da Igreja Irlandesa em um Oficio especial dedicado a ele. Alguns martirologistas irlandeses comemoram sua festa no Missal Leofric (1050) e o calendário Anglo-Saxão do nono século, comemora no dia 29 de janeiro. Suas relíquias estão preservadas na Catedral de Vannes. Seus trabalhos estão preservados na Livraria da Universidade de Cambridge. Na arte litúrgica da Igreja ele é mostrado com um sino ao seu lado. Sua festa é comemorada pela Martirologia Romana no dia 29 de janeiro. Em 11 de maio é celebrado o traslado de suas relíquias.