Santo do Dia

<<  17/02/2018(SÁBADO)  >>

Santo Alexis Falconiere

Tambem conhecido com Alexandre Falconiere e Alessio Falconieri. Nasceu no 13° seculo em Florença, Itália Um dos sete fundadores dos Servos de Maria tambem chamados de Servitas. Filho de Bernardo Falconiere, um rico mercador de Florença. Entrou para a Confraria da Santíssima Virgem em Florença em 1225. Os outros membros da Confraria foram ordenados mas Alexandre sentiu que não merecia e continuou um irmão leigo, trabalhando para assegurar os requisitos materiais e financeiros para a Confraria. Ajudou a construir a igreja dos Servitas em Cafaggio. Ele é o único dos sete fundadores que estava ainda vivo quando a Ordem foi aprovada pelo Papa Benedito XI em 1304. Faleceu em 17 de fevereiro de 1310 em Monte Sennario, Itália. Canonizado no dia 15 de janeiro de 1887 pelo Papa Leão XIII. Sua festa é celebrada no dia 17 de fevereiro.

São Juliano da Cesarea e São Theodulus

Theódulus era um velho homem da casa de Firmino, governador da Palestina, pelo qual foi crucificado na Cesarea, Palestina. O mérito pessoal de Teodulus ganhou para ele o amor de todos que o conheciam e o governador em particular que tinha estima por ele. O historiador Eusébius conta que este homem santo tinha uma coragem invencível e a paciência dos cinco mártires egípcios da Ceasarea (Elias, Jeremias e companheiros) e quando foi para a prisão fez o uso de seus exemplos para encorajar os outros cristãos e prepara-los para o que viria à frente. Firmino aborrecido com a conduta de seu antigo servidor mandou chamá-lo, e o repreendeu por ingratidão, e sem ouvir sua defesa condenou que fosse crucificado. Teodulus recebeu com alegria a sentença que o levaria rápido ao Salvador. Juliano era um homem das catacumbas da Capadócia muito querido por sua fé e grande virtude que acabava de chegar a Cesarea. Ouvindo os problemas dos mártires ele correu para o local da execução e quando viu que já haviam acabado, expressou sua veneração por eles beijando e abraçando os corpos que haviam animado essas heróicas almas. Os guardas o repreenderam e o levaram para o governador que, vendo que ele era inflexível como o resto, não perdeu tempo com interrogatórios inúteis e ordenou que Juliano fosse queimado. Juliano deu graças a Deus por essa honra e pediu que Ele aceitasse sua vida como um sacrifício voluntário. A coragem e alegria que ele se manteve durante todo o seu martírio confundiu os soldados e causou grande surpresa a todos.Conta Eusébius que tão logo pira foi acesa Juliano parecia não sentir nada e cantava hinos de louvor a Jesus. O pro-consul encarregado do martírio, furioso, mandou que o decapitassem.Isto ocorreu em 308 DC.Vários dos presentes se converteram diante do milagre e aqueles que saudaram Jesus em voz alta foram presos e martirizados. Sua festa é celebrada do dia 17 de fevereiro.